Quanto ao ódio, um pedacinho de mim, é contra; e o restante também!
Quanto ao AMOR, um pedacinho de mim, é a favor; e o restante também!
Grande abraço,
Mauro Souza.
www.maurogaiver.blogspot.com
Quanto ao ódio, um pedacinho de mim, é contra; e o restante também!
Quanto ao AMOR, um pedacinho de mim, é a favor; e o restante também!
Grande abraço,
Mauro Souza.
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Mauro Souza, "cabra da peste" lá de Pedra Branca, no sertão dos inhamuns, no Ceará, nasceu em 1960 e até os 15 anos de idade, comeu tudo o que pode e o que não, sem nunca se preocupar com a saúde bucal, até que surgiram várias cáries, deixando logo dois "dente pode" bem na frente, mais quatro "queixal" e três "dentiqueiro". Como lá não havia dentista, o senhor "Dodoca", o protético, extraiu todos e fez uma "prereca"(chapa/dentadura/prótese), para tapar a "porteira" nos dentes da frente...
Ele tinha uma namorada e naquela época já era moda o "beijo de língua"; mas essa nunca percebeu que ele ficou "banguela" durante 15 dias; por ingenuidade ou discrição, nunca tocou no assunto;
Durante 49 anos ele usou essa dentadura, que lhe rendeu belos sorrisos e alguns vexames, ao cair quando ria com mais vontade; nunca usou "corega"(fixador de dentaduras), por isso caía e algumas vezes quebrava e ele consertava com cola maluca(instantânea).
Na última vez que a pereça caiu e despedaçou-se, resolveu consultar sua dentista, que outrora fora transportada por ele em seu transporte escolar, quando ainda garota e atualmente cuida de sua saúde bucal; ela indicou um protético para confeccionar uma nova prótese mais moderna e que fixasse melhor para não soltar facilmente.
Agora o cara vive sorrindo "de orelha a orelha", para todos, sem medo de passar vergonha; alguns comentam que ele ficou bobão, mas não sabem da história...
"Rir é o melhor remédio...
Blog: maurogaiver.blogspot.com
Ele acorda cedo, mesmo antes do sol abrir seus olhos e emitir seus primeiros raios e começa a cantalorar: bem-te-vi, bem-te-vi, bem-te-vi...
Todos os dias ele canta uma canção diferente: bem-te-vi, bem-te-vi, bem-te-vi...
Suas canções diárias contam sobre os amores, os desamores, as alegrias, as tristezas, os sabores, os dissabores, sempre entoadas por: bem-te-vi, bem-te-vi, bem-te-vi...
Esse cancioneiro nos acorda na mesma hora e nos conforta com suas melodias durante o dia inteiro, incansavelmente, com sua doce voz que diz: bem-te-vi, bem-te-vi, bem-te-vi.
Mauro Souza
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Olá, sou o PORQUE. Todos me conhecem, lógico; me jogam pra todos os lados feito bola de Ping-pong.
Sou uma palavra como outra qualquer, mas fico indignado com o que fazem comigo; tudo de negativo que é praticado, em quaisquer circunstâncias surge logo a pergunta: Por que isso? Por que aquilo? por que motivo? Que tal se fosse trocado por: por qual razão? Por qual motivo? Sem ter que me impor várias funções e modificar meu nome ao "bel prazer" de quem o uriliza?
Partem-me em bandas: por - viro verbo, que - viro conjunção...
Separam-me, sem chapéuzinho, para fazer uma pergunta e em seguida, com chapéuzinho, para dar a resposta;juntam-me novamente, sem chapéuzinho, agora acompanhado de um amigo chamado artigo e me transformam em substantivo e quando estou sozinho, lá no meu canto, bem tranquilo, me põem o danado do chapéu outra vez... isso é absurdo!
Não é para se indignar?
Não conheço outros idiomas, mas imagino que sejam menos burocráticos e descomplicados como o português.
Ao meu ver, se me grafarem apenas como PORQUE, para todas as ocasiões, não haverá problemas;
Meu desejo é ficar em paz, mas sei que os pseudos "gurus" da ortografia nunca permitirão isso!
Ufa!
Mauro Souza.
Blog: www.maurogaiver.blogspot.com
Em 1967, eu com meus sete anos de idade, sofri agressão física, por outro garoto de dez anos:
Tudo ocorreu como se segue...
Estávamos brincando no Grupo Escolar onde estudava, no horárío de recreação, quando vi o referido garoto agredindo uma coleguinha minha; então intervi para defendê-la e fui agredido por ele também.
Em seguida fui pedir providências por parte da diretora da escola, que por acaso era tia do agressor. Então ela ao invés de nos defender foi conivente com o ocorrido, pois perguntou-me se eu não era homem e se queria vestir a saia de sua filha. Fiquei mais triste ainda, vez que esperava sua ajuda.
Foi muito traumático. Até hoje sinto tristeza ao contar essa história.
Passadas cinco décadas tudo se repete, quando meu neto de três anos de idade foi agredido por um garoto de cinco, também por defender sua coleguinha. Desta feita, o bullying está mais presente, mas o que me conforta é que ele é combatido com mais firmeza.
Agora meu neto estuda em uma escola que combate o bullying veementemente.
Mauro Souza.